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Com suspeita de fraude, hospital de campanha pode não abrir no Estado do Rio

Com suspeita de fraude, hospital de campanha pode não abrir no Estado do Rio

Data de Publicação: 22 de maio de 2020
Secretário de Saúde do Rio vai cobrar de organização social responsável por obra em Casemiro de Abreu abertura de unidades, mas admite que nem todas devem ser entregues

O secretário de Saúde do Rio de Janeiro, Fernando Ferry, afirmou que vai cobrar do Instituto de Atenção Básica e Avançada à Saúde (Iabas) – organização social responsável pelos hospitais de campanha do Maracanã e de Casemiro de Abreu – a abertura das unidades e de leitos contratados para o combate ao coronavírus.

Ferry, no entanto, já admite, que, devido ao atraso nas obras, principalmente em Casemiro de Abreu, nem todos os hospitais deverão ser abertos.

“Precisamos avaliar com cuidado a necessidade de abrir os outros hospitais de campanha”, avaliou, tardiamente, o secretário. “A curva de contaminados, agora, está com leve queda “. Segundo ele, o Tribunal de Contas do Estado e uma comissão estadual atuam para reaver o dinheiro investido nessas unidades.

A declaração foi dada durante a entregue de 30 leitos de enfermaria no Hospital de Campanha do Maracanã, que conta agora com os 400 leitos prometidos de início. É o único hospital gerido pela Iabas que foi contratado pelo governo e integralmente entregue, ainda que nesta quinta-feira, funcionários tenham feito denúncias de que o local é um “matadouro”, onde faltam medicamentos e médicos e enfermeiros atuam em um “campo de guerra e morte”.

 

Fonte: Revista Oeste